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Sorria. Só ria. Ria só, mas ria.
Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la.
“É que, não é qualquer avião que resiste a tanta turbulência, assim como, não é qualquer pessoa que aguenta lutar, lutar, sempre morrer na praia e continuar lutando. Na vida temos que ser fortes, mas quem foi que disse que os fortes não podem desistir vez ou outra ? Creio no foco, na força e na fé, mas das três opções, a unica que nunca larguei no caminho foi a fé." Paula Ventura . 17 . Brazil | Goiânia
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Eu dramática desde 2009

Hoje eu só queria ser realmente importante pra você, queria poder sentir seu abraço apertado, pode parecer estranho, mas queria sentir ciúmes de ver você abraçando seus amigos, queria simplesmente sorrir do seu lado sem motivo algum, queria poder te fazer feliz em todos os momentos, ou te fazer sentir a felicidade apesar de tudo, nunca imaginei que poderia sentir o que sinto por você, mas pode não acreditar, depois desse pequeno tempo que te conheço, você já é alguém insubstituível no meu coração,  eu queria poder cuidar de você, igual você cuidou de mim, quando eu precisei. Mas está tão impossível, e parece que eu não te faço bem. talvez o melhor seja a distância.


“Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.”
~ Martha Medeiros  (via odeiorotulos)

Li hoje que “A gente só sente saudade daquilo que valeu a pena”. Tá aí um bom argumento para eu não sentir saudades tuas.


“Amar é persistir quando o caminho parece sem volta. Seguir em frente mesmo derrotado. Dar chances quando não há mais possibilidade. Amar é gostar dos acertos, acostumar-se com os erros. Achar que vale a pena perder o sono de madrugada. Amor é quando você encontra razões quando tudo não tem mais jeito. É quando você compreende o incompreensível, aceita o inaceitável. Amor é a falta de vontade de desligar o telefone. Quando você se sente pra baixo se o outro alguém também não estiver legal. É quando você não se importa de perder um bom filme ou uma boa festa com gente boa por causa de um único alguém. Amor é quando você entende que se ninguém cooperar, você corre contra o mundo. É quando você sabe a verdadeira definição do ‘eu amo você’ e entende o peso dessas palavras. Amor é quando você tenta ajeitar sua bagunça — guarda-roupa, quarto, coração — como se fosse receber o presidente da república. É quando você entende tudo o que um dia achou bobo e engraçado. É quando ouve teu silêncio gritando por um único alguém. É quando você não se importa de escrever coisas que nem todo mundo vai entender. Amor é quando você guarda as fotografias, bilhetes, recorda as frases e sorrisos, se apega aos detalhes. É quando você conhece o outro alguém talvez mais do que a si próprio. Amor é quando você mora no outro, o outro em ti e se sentem em casa. É gritar, discutir, mas saber que não dura mais de duas horas a raiva. Amor é quando você se sente tão bem a ponto de quase explodir com essa felicidade e as vezes se sente mal a ponto de querer sumir — sempre por causa do mesmo alguém. Amor são os solos de guitarra, a coca-cola dividida, a música entoada junto, o sorriso ao dobrar a esquina, os ossinhos da costela estalando dentro daquele abraço que parece o mundo. Amor é riso e o choro, a felicidade e a raiva, a paciência e o estresse do outro alguém. Amor é quando a gente se encontra no meio daquele pensamento clichê de era-o-que-eu-andava-esperando.”
~ And in the end, the love you take is equal to the love you make.  (via re-novada)

Já posso até casar!


E eu, sempre tentando resgatar o passado para o meu presente. E quem sabe levá-lo até meu futuro. Só que não dá mais. Não mais para levar o que corta a alma e escorre aos olhos, Não dá mais, eu não consigo mais. Não consigo porquê a noite é longa mas a vida é curta. É curta pra sempre chorar e sofrer pelos mesmos motivos fúteis e inúteis

Paula Ventura


Me falaram que você ainda canta e toca no centro da cidade. Falaram que você trocou de violão, e que agora ele é escuro. Eu preferia o claro, você também. Falaram que você mudou o seu repertório, falaram que você vai embora quando pedem uma música que fala sobre o amor. Falaram que você chora no caminho de volta para casa, e que suas lágrimas molham mais que gotas de chuva. Falaram que a sua voz continua impecável, mas que agora poucas pessoas escutam. Eu sei o motivo do peso nos teus olhos, e sei que por trás desse peso, existe uma leveza única. Na correria dos teus dias, encontre tempo para lembrar do que a gente foi, e se você chorar, toque uma música que fale de amor. Mas não de qualquer amor, toque uma que fale do nosso amor. Vez ou outra eu sinto uma enorme vontade de ir ao centro da cidade para lhe ver cantar, mas sei que no caminho irei encontrar as lágrimas que você esqueceu enquanto voltava para casa, sei que não encontrarei sorriso de antes, o cabelo de antes e nem o claro violão de antes. Encontrarei uma pessoa triste, um violão escuro e saudade no ar.


“Eu te amava, mas nem me lembro dos motivos. Talvez não existisse motivo algum. Talvez não fosse amor. Não importa. Você nunca foi pra mim.”
~ Allax Garcia.  (via negativar)

“Se pra você, roupa que se defini caráter de um homem, essa ignorância é a única coisa que me consome, consome e some todos neurônios da minha cabeça. A realidade é que esse preconceito me enlouqueça. Não se esqueça, que quem faz academia e fica bombado, é o mesmo que vai na parada gay e fica rotulado, como viado. Enquanto uns, usam roupa apertadas e se acham os fodas mas na hora H são conhecidos como broxas. Pessoas acham que pra ser homem tem vestir roupa social, usar camisa apertada, xadrez ou coisa e tal. Quem usa roupa larga é coisa anormal. Fala que somos criancinhas vindas direto do maternal. E ainda diz que não julga pela sua aparência, não tem autoconsciência ” quem usa roupa larga é da adolescência”. E pensa ser a “pessoa” com a mente aberta, que aceita todos os estilo mais no fim não se acerta. Não se acoberta, se alerta, porque depois se aperta, se concerta e desperta para que no fim se liberta desse ciclo, que gera um grande preconceito, opiniões são diferentes mas mantenha o seu respeito, porque aparência é estilo e não é um defeito. Eu aceito todos eles mas não me comprometo, me intrometo, e te apresento a tese do meu conceito Que antes falar algo de alguém, se olhem direito.
Os cara critica e pisa, depois estica e brisa. Nem sempre foi assim q eu vesti essa camisa. Para olhe pense e analisa, enquanto alguns desliza e na fumaça sempre enfatiza. Dentre todo o seu preconceito é só mais um fator que nem me estresso quando eu deito. Branco preto pardo também os orientais, por que pra mim todos nós somos iguais. O que muda realmente são traços faciais, todos somos irmão mas nem conheço os seus pais. Podemos ter o mesmo gosto mas não os mesmo ideais, se julgam inteligentes mas no fim são irracionais. To numa corrente do bem mas pra alguns tanto faz. Respeito é pra quem tem e eu só busco a paz! Sou novidade e ainda nem apareci nos jornais mas quero ta na capa e não nas paginas policiais! Atacando a sociedade com todos os seus fatores, mostrando que cada um de nós temos nossos valores. Somos Gladiadores num mundo de hipocrisia. Vivendo em meio ao caos com tanta demagogia. Mas se eu to a noite andando de motoca na suave na tranquila direto pra minha oca, os cana choca, me equivoca, mas na revista não acharam a moca. Os vizinho tela e já vai vira fofoca, desentoca. Isso nem é mais sazonalidade, se eu ando na cidade, só julgam personalidade. Personalidade é muito mais que roupas e acessórios. É caráter atitude e ser humilde com seus próximos. Políticos que ficam nos escritórios, negociam a compra de muitos votos combinatórios. A sociedade aceita tudo sem nada compensatório, realidade que nos deixam em estado cominatório. Eu vou versando os meus versos compilatórios. Já indignado eu vou ouvindo notorious, minha mensagem tá passada achou ruim “enfia um supositório”.”
~ Sã-Consciência

Você mente quando diz que foi bom enquanto durou. Se tivesse mesmo sido, teria continuado. Ou não? O fato de ter chorado não demonstra sentimento e o pedido de desculpas é em vão, se não me conforta. Sacrifício é esquecer, para mim, que é tão difícil gostar. Mais um prejuízo sentimental.


Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também, graças a Deus. Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui - ou achei que tivesse sido - feliz. Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar


“Mata por dentro, em silêncio, pra ninguém ver, ninguém falar. Mata em segredo, pra ninguém chorar. Mas tu quer que chorem, quer que saibam, sem ter que falar. Tu quer que amem, mas sem precisar pedir.”

Cometa bobagens. Não pense demais porque o pensamento já mudou assim que se pensou. O que acontece normalmente, encaixado, sem arestas, não é lembrado. Ninguém lembra do que foi normal. Lembramos do porre, do fora, do desaforo, dos enganos, das cenas patéticas em que nos declaramos em público. Cometa bobagens. Dispute uma corrida com o silêncio. Não há anjo a salvar os ouvidos, não há semideus a cerrar a boca para que o seu futuro do passado não seja ressentimento. Demita o guarda-chuva, desafie a timidez, converse mais do que o permitido, coma melancia e vá tomar banho de rio. Mexa as chaves no bolso para despertar uma porta. Cometa bobagens. Não compre manual para criar os filhos, para prender o gozo, para despistar os fantasmas. Não existe manual que ensine a cometer bobagens. Não seja sério; a seriedade é duvidosa; seja alegre; a alegria é interrogativa. Quem ri não devolve o ar que respira. Não atravesse o corpo na faixa de segurança. Grite para o vizinho que você não suporta mais não ser incomodado. Use roupas com alguma lembrança. Use a memória das roupas mais do que as próprias roupas. Desista da agenda, dos papéis amarelos, de qualquer informação que não seja um bilhete de trem. Procure falar o que não vem à cabeça. Cantarolar uma música ainda sem letra. Deixe varrerem seus pés, case sem namorar, namore sem casar. Seja imprudente porque, quando se anda em linha reta, não há histórias para contar. Leve uma árvore para passear. Chore nos filmes babacas, durma nos filmes sérios. Não espere as segundas intenções para chegar às primeiras. Não diga “eu sei, eu sei”, quando nem ouviu direito. Almoce sozinho para sentir saudades do que não foi servido em sua vida. Ligue sem motivo para o amigo, leia o livro sem procurar coerência, ame sem pedir contrato, esqueça de ser o que os outros esperam para ser os outros em você. Transforme o sapato em um barco, ponha-o na água com a sua foto dentro. Não arrume a casa na segunda-feira. Não sofra com o fim do domingo. Alterne a respiração com um beijo. Volte tarde. Dispense o casaco para se gripar. Solte palavrão para valorizar depois cada palavra de afeto. Complique o que é muito simples. Conte uma piada sem rir antes. Não chore para chantagear. Cometa bobagens. Ninguém lembra do que foi normal. Que as suas lembranças não sejam o que ficou por dizer. É preferível a coragem da mentira à covardia da verdade.


“Rimas. Ri mais? Rir, mas de quê? Talvez um quê de queijo, um bê de beijo. Beijo vai, mas bem jovem. Então vem! Nu mesmo, vem nuvem, vem. Mas vem sem. Sem vergonha, sem pudor, sem graça, sem açúcar e sentimento. Se sentir, não vou deixá-lo ir. Sem ir, sem ti, eu não vou a lugar nenhum, nem dois, nem três e nem quartos. Por que mentes? Ah, que mentes não sentiriam saudades doentes… Do ente querido, do ente que queria ter ido, do ente que quase foi. Ufa, e foi por pouco. Já anoiteceu. A noite teceu estrelas, estralos, entranhas e estranhos. A noite teceu trapézios trapezistas, trôpegos, traficantes, trapaceiros e tresloucados. Também temor. Ter amor, amoras, amantes, amarelos… Ah, não. Amá-los ou amar elos? Meio a meio, meio fio, meio feio, meio feito. Essa história meio fora de hora de novo? Sim. De novo, de novo e de manhã, de tarde, de velho, de ontem, de frente, defronte e de ré. Ré é renascer renascentista, iluminista, sulista, turista, budista, autista. Arista? Mundano! Mundo mudo muda mudas. Mudas de gente descrente, descontente, demente, indecente, decadente, ai! Dor de dente, dor de gente. E quem cura? Loucura.”

Sempre   fui   de   me   doar.   Ouvia,   ajudava,   consolava,   me   importava.   E   não   foram   poucas   as   vezes   que,   mesmo   em   segredo,   eu   deixava   de   pensar   na   minha   vida   pra   ajudar   os   outros.   Em   segredo,   explico,   porque   não   acho   que   preciso   de   medalhas,   prêmios   ou troféus.   Se   eu   faço,   é   de   coração,   sem   esperar   reconhecimento   do   outro.   Mas,   perdão,   eu   sou   humana   e   sinto.   O   mínimo   que   a   gente   espera   é   gratidão.   Aprendi   que   ela   nem   sempre   aparece. Aprendi   que   às   vezes   as   pessoas   acham   que   o   que   a   gente   faz   é pouco.   Por   tanto   aprendizado,   acabei   descobrindo   que   é   melhor   eu   cuidar   mais   da   minha   vida   e   menos   da   dos   outros.   Não   quero morrer   santa,   quero   morrer   feliz.